Além do físico, as cirurgias plásticas podem ajudar na ‘reparação’ da autoestima

Com a expectativa de vida cada vez maior, aliada a tecnologia e qualidade de procedimentos estéticos, fica claro que uma das grandes tendências dos dias de hoje é a busca da melhor qualidade de vida – e isso inclui o desejo de permanecer belo. Hoje, além de viver mais, as pessoas desejam viver bem, aproveitar a vida em todas as fases, e, para isso, é preciso que a autoestima esteja ‘em dia’.

 

De nada valem os esforços diários se as pessoas não conseguem sentir-se bem consigo mesmas, tanto no campo emocional quanto físico. Questões que envolvem o campo emocional já são tratadas como sérias há muito tempo, porém, até pouco tempo atrás, tudo o que tinha a ver com o físico era tratado como supérfluo.

 

Felizmente, tanto para os especialistas quanto para os pacientes, os procedimentos estéticos estão avançando cada vez mais. Antes as pessoas precisavam aprender a lidar, precisavam se conformar e passar a vida inteira se lastimando de alguma imperfeição genética ou adquirida, impossível de correção. Hoje isso é muito mais difícil. Existe solução para quase todos os problemas.

 

Pode não parecer, mas pequenas modificações podem fazer uma grande mudança no âmbito psicológico. Aquela pessoa que passou a vida inteira complexada por ter ‘orelhas de abano’ se torna mais confiante, e, na maioria das vezes se pergunta o motivo de não ter feito a cirurgia antes. O mesmo acontece com mulheres que sempre desejaram um implante de silicone ou uma rinoplastia.

 

A autoestima elevada promove uma espécie de blindagem no cérebro, afastando problemas relacionados à autoimagem, como a depressão, e ajudando até na recuperação de doenças. Por isso, pessoas que recorrem às cirurgias para melhorar a imagem acabam tendo benefícios além da aparência.

 

Fonte: http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&id=26919